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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Polícias Militar e Civil prendem acusado de matar esposa em Barra do Corda



Arma encontrada com o suspeito.

Por volta de 21h30 desta quinta-feira, 26 de novembro, as Polícia Militar e Civil prenderam o acusado do assassinato da jovem Isabel, ocorrido no último dia 21 de novembro na Vila Mariano II em Barra do Corda.

Dudu, como é conhecido, foi preso em uma casa dentro de um matagal, próximo ao Povoado Dois Irmãos, que fica entre Barra do Corda e Tuntum.

Dudu estava armado com um revólver calibre 38.

Desde que ocorreu o crime, a Polícia Militar começou os trabalhos para encontrar o suspeito. Foram várias ligações de pessoas tentando ajudar os policiais a encontrar o acusado.

Uma pessoa do Povoado Cajazeira-Br entrou em contado com a PM informando do paradeiro de Dudu. Dois agentes se deslocaram até o local, onde encontraram Dudu e efetuaram a prisão.

Na delegacia, o acusado disse que não cometeu o crime e, afirma ainda, que a mulher se matou.

Segundo o Comandante da PM, Major Héldio, Dudu é um velho conhecido no campo do crime, onde já praticou roubos de motos, celular e tantos outros objetos em Barra do Corda.

Abaixo, fotografia dos policiais que participaram da operação para prender Dudu;


Parabéns ao policiais que participaram desta operação. Apenas neste ano, quase 60 mulheres já foram assassinadas no Maranhão.

Do portal Minuto Barra.

VEJA TAMBÉM:Barra do Corda: Jovem de 17 anos é morta a tiro e ex-companheiro é procurado.

Populares fazem campanha de arrecadação para ajudar bebê deixado ao lado do corpo da mãe.



terça-feira, 24 de novembro de 2020

Populares fazem campanha de arrecadação para ajudar bebê deixado ao lado do corpo da mãe


Adolescente foi morta enquanto amamentava
 seu bebê.
Moradores de Barra do Corda, cidade a 462 quilômetros da capital maranhense, iniciaram uma campanha para arrecadar doações para a menina de 5 meses que foi encontrada ao lado do corpo da mãe. A jovem de 17 anos foi assassinada com um tiro, supostamente, disparado pelo próprio pai da criança.

Segundo informações policiais, a adolescente estaria amamentado no momento do crime. O pai, identificado apenas como Dudu, continua foragido e ainda teria queimado as roupas da filha antes de sair do local do crime.

“Gostaria de pedir ajuda de você, pra essa princesinha tão linda que ficou órfã de mãe. Ela é de família humilde e está precisando de nossa ajuda. O pai, além de ter matado a mãe dela, ainda queimou todas suas roupinhas”, diz o anúncio postado nas redes sociais.

Fraldas, leite, roupinhas, calçados e materiais de higiene podem ser deixados na Drogaria Fabiano II, próximo ao hospital Florêncio Brandes, no município de Barra do Corda. Informações podem ser obtidas pelos telefones: (99) 3643-1044 ou (99) 8123-5499.

“Pior coisa do mundo uma criança crescer sem ter o colo da mãe, ainda mais sabendo que o pai quem tirou a vida dela. Até onde vai a maldade do ser humano? Até quando as mulheres vão continuar sendo vítimas de feminicídio? Triste essa nossa realidade, que a justiça seja feita”, disse uma internauta em publicação que circula junto à foto da campanha.


Do Portal MA10.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Barra do Corda: Jovem de 17 anos é morta a tiro e ex-companheiro é procurado


Vítima.
A Polícia Civil investiga a morte de uma adolescente no bairro Vila Mariano, em Barra do Corda, a cerca de km de São Luís. O caso foi registrado na noite do último sábado (21).

Segundo a polícia, a vítima tinha 17 anos e se chamava Maria Isabel de Sousa Reis. Ela estava em casa quando um homem entrou e a matou com tiro de arma de fogo.

A motivação do crime ainda é apurada, mas, a polícia suspeita da relação entre esse feminicídio e outro crime cometido pouco tempo antes.

Segundo o delegado Márcio Rodrigo, o ex-companheiro de Maria Isabel se envolveu em uma briga com o vizinho dela. Depois do caso, ele resolveu matar a ex-companheira, com quem teve uma filha. Ele é o principal suspeito do crime e ainda é procurado.

Do G1MA.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Em Barra do Corda, Vereador é acionado pelo MP por acúmulo ilegal de cargos



Uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa foi ajuizada, nesta quarta-feira, 11, contra o vereador Alcenor Nunes Barbosa pela 1ª Promotoria de Justiça de Barra do Corda. O Ministério Público requer a concessão de liminar para o afastamento do parlamentar do cargo e a indisponibilidade de seus bens.
A ação é decorrente do fato de o vereador acumular ilegalmente três cargos públicos: o de vereador, um de professor da rede municipal de Barra do Corda e um de técnico agropecuário da Empresa Maranhense de Administração de Recursos Humanos e Negócios Públicos S/A (EMARHP), vinculada ao Governo do Maranhão.
De acordo com a Constituição Federal, é vedado o acúmulo de cargos públicos. As exceções são dois cargos de professor; um de professor e outro técnico ou científico; e dois cargos da área de saúde, desde que haja compatibilidade de horários.
Segundo o promotor de justiça Guaracy Martins Figueiredo, titular da 1ª Promotoria de Barra do Corda, no caso de vereador, a jurisprudência define que é possível acumular a função com outro cargo público. Mas não com dois, ainda que haja compatibilidade de horários.
“O requerido obtém vantagem ilícita ao receber remuneração, desde a diplomação como vereador em 1º de janeiro de 2013, por já ser detentor de outros dois cargos públicos à época”, argumenta o membro do Ministério Público. Para o promotor de justiça, o vereador está recebendo indevidamente o subsídio mensal de R$ 8 mil pelo período de 80 meses, totalizando R$ 640 mil.
PENALIDADES
Na liminar requerida, o Ministério Público busca, além do afastamento do cargo de vereador, a indisponibilidade dos bens de Alcenor Barbosa até o valor de R$ 1.440.000,00, suficiente para o ressarcimento dos valores recebidos indevidamente. Desse total, R$ 800 mil referem-se ao pagamento de multa de cem vezes o valor da remuneração mensal pelo cargo (R$ 8 mil).
Além dessas penalidades, o vereador está sujeito à perda das funções públicas, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público pelo prazo de três anos, conforme prevê a Lei 8.429/92. Do MPMA.

Do MA10.